Crianças ricas têm muito mais probabilidade de se tornarem artistas quando crescer - e isso porque o capitalismo não oferece a todos a liberdade para desenvolver seus potenciais criativos.
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é colunista da Jacobin.
Estima-se que Elon Musk seja proprietário de mais de um quarto dos satélites que orbitam a terra atualmente. Embora sua fantasia de tornar-se o imperador de Marte provavelmente não se concretize, devemos reduzir o poder desenfreado de bilionários como ele, que parecem vilões de filmes do James Bond, antes que ele se espalhe da terra para os céus.
Após a crise de 2008, um sentimento fugaz de possibilidade radical deu lugar a uma onda conservadora de cortes e privatizações. Depois da pandemia, um levante radical para superar as deficiências do neoliberalismo pode voltar às ruas, enquanto a elite prepara políticas de austeridade novamente - fazendo com que o povo pague a conta e os ricos fiquem mais ricos.
Marcas como Pepsi, Nike e Amazon estão abraçando o movimento Black Lives Matter nas redes sociais. Não se deixe enganar: o anti-racismo corporativo não é uma questão de solidariedade - é apenas uma campanha de marketing.
Os liberais contemporâneos são reféns do conservadorismo – e o que eles querem conservar é uma ordem política moralmente falida.
Em 2016, descobrimos que, para alguns "progressistas", o melhor momento para radicalizar é nunca. Em 2020, não podemos aceitar essas falácias liberais.
Bilionários são o produto grotesco de um sistema econômico imoral, baseado na exploração. Precisamos nos livrar deles.